Design emocional: por que amamos as marcas?

Mesmo sem querer sempre somos “fãs” de uma marca ou outra. Pessoalmente posso dizer que tenho várias na minha lista, mas a principal delas é a Apple. Parece que de alguma forma seus produtos são desenhados por super samurais que lêem nossos pensamentos e transformam o que está dentro de nossa cabeça em um aparelho.

E isso é verdade. Todos os produtos que eles fazem são meticulosamente pensados. Como se encaixa perfeitamente na sua mão, como são pesados o suficiente para transmitir a ideia de qualidade, no tipo de material que é utilizado para sua fabricação, entre outros fatores. E é esse conjunto, com a evolução e construção da marca, que nos faz amar tanto cada lançamento de iPhone, iMac, iPod ou iPad.

Isso é o que podemos chamar de design emocional, onde o consumidor se sente especial em relação à marca, onde parece que tudo que ela fabrica é feito só pra ele.

 

Como isso funciona

O Design Emocional não parte apenas do produto, mas da construção da marca, da forma como ela pretende atender o público e como ela é vista por este público. No caso da Apple, a grande sacada foi aliar tecnologia à boa forma. Criar algo simples de usar, com um visual arrojado e moderno, aparelhos feitos para não dar problemas ao usuário.

O foco também está nos detalhes. Os produtos dessa empresa são daqueles que você fica horas analisando e sempre descobre que tem um pontinho a mais que não viu na primeira vez que o pegou na mão.

Ou seja: a qualidade e o cuidado com o produto é percebido logo de cara e essa mensagem é repassada para o consumidor de forma clara e direta.

Claro que a evolução da marca e do poder criativo agregado durante os anos ajudou muito para que ela chegasse a esse ponto. Steve Jobs usou todo o seu trabalho para ser o melhor do mercado, o diferenciado, por isso conquistou espaço em nossas vidas. Sentimos muito afeto pela marca e queremos fazer parte desse estilo de vida que ela vende, de forma integral.

O objetivo é acrescentar valor a marca e chegar ao coração do cliente. Já dizia Rissato (2004) “poucos acordaram para a visão de que fidelizar o cliente é ganhar seu coração. Quando uma empresa ganha a mente do cliente faz com que ele compre e quando ganha o coração, fideliza”.

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